Apesar do enorme sucesso entre os fãs da Fórmula 1, a realização do Grande Prémio da Bélgica tem estado ameaçada ano após ano devido ao interesse generalizado na competição mundial e os argumentos económicos de outros países. Aumentando a pressão à manutenção de Spa-Francorchamps no calendário do mundial estão ainda os episódios trágicos que tiveram como consequência as mortes dos pilotos Anthoine Hubert em 2019 e Dilano van ‘t Hoff no início deste mês.
A diretora executiva do circuito de Spa-Francorchamps, Vanessa Maes explicou à RTBF que o traçado belga não é mais perigoso do que qualquer outro circuito.
Tendo que negociar com a FOM um novo contrato, visto que o atual termina em 2024, Maes salientou que irão começar a tratar deste assunto ainda este ano e que “não vamos deixar fugir” a oportunidade de manter a prova no calendário do mundial, admitindo porém, que “há muitos candidatos e poucos lugares”.
Existindo alguns rumores que dão conta da possibilidade do GP da Bélgica e dos Países Baixos manterem o seu lugar no calendário da F1 em rotatividade entre si, Vanessa Maes sublinhou nas mesmas declarações que a competição tem evoluído rapidamente e que não quer apontar cenários que podem não vir a acontecer, mas confirmou que “nós queremos receber a F1 aqui todos os anos. Muitas pessoas vivem deste evento. Sim, é preciso investimento e apoio do governo da Valónia, mas o retorno existe. Vale a pena”, acrescentando depois que a “F1 com Spa é um perfume. Sem Spa, é apenas água de colónia”.
Foto: Francois Nel/Getty Images/Red Bull Content Pool













Essa comparação com o perfume… depende do perfume, alguns são muito enjoativos…
Spa, Silverstone, Monza, Mónaco, Suzuki. Estas deveriam estar sempre. Depois podem vir as Libertices.
Eu concordo, mas substituía Suzuki por Suzuka 🙂 Entre as mais recentes, escolho Austin.
Podia ser antes Kawasaki 😀