Regresso da Fórmula 1 à Malásia: “é uma questão de tempo”
De tempos a tempos surgem notícias sobre a possibilidade do circuito de Sepang na Malásia voltar a ser palco de um Grande Prémio de Fórmula 1, mas os responsáveis malaios tinham pouco interesse em receber esta cara competição, voltando-se para o MotoGP. No entanto, e apesar do alto custo de organizar uma prova, Tan Sri Mokhzani Mahathir, presidente da Associação de Desportos Motorizados da Malásia afirmou que o regresso da F1 pode acontecer dentro em breve.
Azhan Shafriman Hanif, diretor executivo do Circuito Internacional de Sepang, tinha dito à AFP em setembro do ano passado, que considerariam acolher um Grande Prémio de Fórmula 1 em “dois a três anos” depois da situação económica do país estar estabilizada devido à pandemia Covid-19, além de existir algumas alterações que teriam de ser efetuadas antes de receber um evento desta competição, como por exemplo o ‘rebranding’ do circuito. Mas o responsável da entidade nacional do desporto motorizado admitiu que não é um grande problema organizar um Grande Prémio, faltando apenas saber quem paga. “Em termos de organizar [um GP], não é um problema”, disse à publicação malaia New Straits Times. “É uma questão de saber quem vai pagar e se o podemos fazer ou não. Não faço ideia de quanto custa neste momento, mas definitivamente é mais elevado do que quando parámos em 2017”.
O novo interesse da Malásia em poder organizar uma prova da competição mundial de monolugares da FIA é justificada pela maior popularidade da disciplina. “A F1 é mais popular do que costumava ser”, admitiu Tan Sri Mokhzani Mahathir, acrescentando que “tem um novo público depois da série da Netflix e muitos países estão a concorrer à corrida como uma demonstração do seu país. Recebemos comentários dos próprios pilotos de que Sepang é uma das pistas desafiadoras que eles querem ver de volta no calendário. Tivemos sempre uma boa relação com os organizadores, conhecemo-los desde 1996, quando iniciámos a discussão para receber a corrida, por isso é uma questão de tempo”, concluiu.
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