Max Verstappen cumpre hoje o seu 20º aniversário, sendo já tempo de deixar de ser apelidado como o ‘puto-maravilha’. Foi ele que levou a uma mudança de regulamentos na FIA para obtenção da Superlicença de Fórmula 1. Em 2016, a Federação Internacional de Automóvel teve que fazer alterações ao Artigo 5 do Código Desportivo Internacional, que regulamenta o acesso à categoria-rainha do desporto automóvel, como reação à ascensão de Max Verstappen, o primeiro menor de idade a participar num Grande Prémio de Fórmula 1. Quando Verstappen alinhou à partida do GP da Austrália de 2016, tinha apenas 17 anos de idade. Foi o primeiro e último a poder fazê-lo, pois a nova regulamentação passou a exigir que todos os novos pilotos de F1 tenham que cumprir uma lista de requerimentos, o primeiro dos quais é ter pelo menos 18 anos.
Não vale a pena recordar a sua carreira, pois muito se tem falado dele, vamos sim recordar a primeira vez que o Autosport falou no seu nome nas páginas do jornal, em 2006.
Verstappen virou mecânico
No Euro Rotax, mesmo em frente à enorme estrutura da equipa nacional Kronos Motorsport, estava uma pequena equipa holandesa de nome Pex Racing, onde estava um mecânico que era uma autêntica estrela do desporto automóvel, de seu nome, Jos Verstappen. A paixão do holandês pelo karting é conhecida, tendo mesmo há poucos anos conquistado um título mundial com o motor preparado por si. Mas desta feita, Verstpappen pôs-se a fazer a função de mecânico e era vê-lo a trabalhar afincadamente na tenda, tendo mesmo, como é hábito por estas bandas, pernoitado numa roloute no circuito. Nesta equipa, também corre o seu filho Max Verstappen, que começa agora a dar os primeiros passos na modalidade. Registe-se que o vencedor da Júnior Rotax, foi o piloto assistido directamente por Jos Verstappen.











