Nyck de Vries finalmente conseguiu um lugar na Fórmula 1, mas curiosamente não aconteceu após ter conquistado a sua maior vitória na carreira até agora, quando foi coroado Campeão do Mundo de Fórmula E. Esteve quase para acontecer, segundo o piloto, mas a ‘dança das cadeiras’ dentro das equipas não permitiu a entrada do neerlandês. Nem foi através da Mercedes, da qual foi piloto de reserva.
Em entrevista ao De Telegraaf, o agora piloto da AlphaTauri para 2023, admitiu que em 2021 pensou que teria uma hipótese na Fórmula 1, mas isso acabou por não acontecer. “Nesse ano fui campeão do mundo de Fórmula E e pensei que todas as peças do puzzle iriam juntar-se, foi entre Alex [Albon] e eu na Williams. No fim escolheram o Alex”, explicou o piloto neerlandês, que curiosamente substituiu Albon em 2022 no Grande Prémio de Itália por motivo de doença e conquistou os seus primeiros pontos na F1. “Depois pensei ‘M****! Como vou manter este entusiasmo por mais 12 meses? É um enorme jogo de xadrez. Todos os cenários estavam constantemente a passar-me pela cabeça”.
Depois do bom resultado na corrida em que substituiu Albon na Williams, Nyck de Vries continuou a ser falado para uma potencial vaga, mas acabou por ser a Red Bull que o contratou para o lugar de Pierre Gasly na AlphaTauri, só depois de não conseguir uma exceção da FIA para a emissão da superlicença para o piloto da Indycar Colton Herta.










