Red Bull e Honda foram parceiros técnicos e voltaram a renovar essa vontade no mesmo ano em que a equipa de Milton Keynes reconquistou o título mundial, apesar dos nipónicos terem anunciado a saída da Fórmula 1. As unidades motrizes que Sergio Pérez e Max Verstappen usam nos seus monolugares são produzidas pela fábrica da Honda em Sakura e enviados para Milton Keynes onde são montados e saem com a designação Red Bull Powertrains, a nova divisão da Red Bull que irá produzir os seus próprios motores a partir de 2026, com a chegada do novo regulamento.
Sem nunca ter colocado os dois pés de fora da Fórmula 1, a Honda revelou o seu interesse em “voltar”, tendo efetuado o registo como fornecedor de motores de F1 para 2026, sendo ainda uma primeira manifestação de intenções.
Apesar deste passo dado pela Honda, que Christian Horner considera ser muito bom para a competição, o responsável da Red Bull garante o total empenho da sua estrutura no plano originalmente traçado. “Exploramos possibilidades para além de 2025, mas a realidade é que tudo tem de estar sob o mesmo teto”, disse Horner ao Racingnews365.com. “Fizemos o investimento, assumimos o compromisso dentro da Red Bull Powertrains e recrutamos os especialistas. O nosso caminho como fabricantes de unidades motrizes independentes mantém-se inalterado pela possibilidade da Honda poder voltar em 2026”.
Assim, o objetivo é ser totalmente independente da vontade de um qualquer fornecedor. “Definimos o nosso caminho, assumimos o compromisso, estamos a fazer o investimento e, a longo prazo, essa será a decisão correta, porque nos dá o controlo do nosso próprio destino”, acrescentou Horner.












