Realmente há coisas a este nível, na Fórmula 1 que não se entendem. Num meio onde existem das melhores mentes do desporto motorizado, não há ninguém capaz de fazer contas simples, para antever os possíveis ganhos e perdas? Alguém se lembrou o ano passado de introduzir novas regras que pretendem facilitar as ultrapassagens. Uma das medidas (a principal) passou por tornar menos complexas as asas da frente, e se nem sequer na teoria as coisas foram pacíficas – muitos com quem falámos nas equipas duvidaram da medida – eis que agora temos responsáveis das equipas a dizerem que a única coisa que ‘aquilo’ serviu foi para gastar dinheiro.
As mudanças das asas dianteiras custaram quase 15 milhões de euros à Red Bull, e para além disso, com o seu trabalho no túnel de vento já preveem ter recuperado uma grande parte do desempenho perdido com a simplificação das asas. Quem o diz é Helmut Marko: “Já estamos no desempenho do meio de 2018, mas estamos 15 milhões de euros mais pobres. Acho que estes regulamentos não devem ser determinados por engenheiros. Assim que os técnicos se envolvem, os custos aumentam e tudo se torna mais complicado”, disse.









