A luta pela cada vez maior segurança dos pilotos, levou a FIA a debruçar-se sobre o equipamento do piloto. A partir deste ano, os pilotos têm de usar luvas biométricas. Desenvolvidas pelo departamento de segurança da FIA, estas luvas possuem um sensor cosido no tecido que monitoriza a pulsação do piloto e a quantidade de oxigénio no sangue, antes, durante e depois de um acidente.
Os homens da FIA tiveram em mente neste desenvolvimento acidente como o de Carlos Sainz no Grande Prémio da Rússia de 2015, que embateu nas barreiras de proteção a mais de 150 km/h, ou ainda, o capotanço de Marcus Ericson no GP de Itália de 2018, por exemplo. Duas situações em que foi maior a espetacularidade que outra coisa, mas a verdade é que demorou um pouquinho a extração dos pilotos. Com as luvas biométricas, as equipas médicas terão, sempre, o piloto controlado nos seus sinais vitais e manter um diálogo com o piloto, tranquilizando-o e recebendo informação fundamental para a sua saúde.










