s asas da frente passam de 1800 para 2000 mm de largura o que, em teoria, significaria maior apoio no eixo dianteiro que teria de se contrabalançado com mais carga na traseira. Porém, isso não será assim porque o efeito turbilhão que é produzido pelo túnel criado dentro da asa, pelas paredes laterais da asa e pelos elementos em cascata, serão todos proibidos em 2019. Portanto as asas vão ser simples e com paredes lisas sem (muito) trabalho aerodinâmico.
No que toca às entradas de ar para os travões, o enorme trabalho que era feito em redor delas foi atirado para o caixote do lixo pois o regulamento proíbe todos os elementos aerodinâmicos que possam estar agarrados ou fazer parte de algo mais que encaminhar ar para a refrigeração dos travões.
No que toca á asa traseira, será mais larga tal como sucede na frente e com o perfil superior maior. Deseja-se criar, assim, maior efeito de DRS, pois a abertura na asa será maior e a pressão descendente no adversário também maior, o que poderá animar corridas em pistas com retas curtas como Melbourne, Mónaco ou Singapura. Em todas as outras pistas, não haverá alterações significativas.











