Em 2016 a Michelin volta a ser o fornecedor exclusivo de pneus no MotoGP, mas a marca parece não querer ficar por aqui. Segundo o diretor do departamento desportivo da Michelin, Pascal Couasnon: ”Continuamos interessados na Fórmula 1.”
Na modalidade o ano de despedida foi 2006, com a marca a ver a sua imagem ficar fortemente penalizada após o Grande Prémio dos Estados Unidos de 2005, em que apenas alinharam os monolugares equipados com pneus Bridgestone.
Apesar dos anos de afastamento, a Michelin continua ‘de olho’ no Campeonato do Mundo de Fórmula 1, com a marca a entender que devia haver uma alteração nas próprias jantes. “Sabemos que algum dia isto terá tendência a mudar. Se a ideia é transmitir a tecnologia dos circuitos às ruas, os monolugares teriam de ser mais semelhantes a um carro normal. Procuramos demonstrar os nossos conhecimentos numa competição que misture espetáculo e tecnologia, mas pensamos que as jantes deveriam medir 18 polegadas (hoje são de 13). Esta alteração é barata e faria com que os monologares fossem 1,5s mais rápidos, além disso os nossos pneus são mais baratos do que os dos demais fornecedores”, disse Pascal Couasnon.











Seria muito bem vinda qualquer competição contra a Pirelli, todavia essa alteração das jantes não tem nada de barato, uma vez que iria implicar não só re-desenvolvimento de toda a aerodinâmica de todo o carro, bem como diminuição do ângulo de visão do piloto, o que por sua vez iria fazer subir a posição relativa do cockpit (ou avançar o cockpit), com toda a alteração do centro de gravidade do carro e as inevitáveis alterações nos regulamentos para permitir estas outras alterações. E quanto a alterações nos regulamentos, estamos conversados. O máximo que conseguiram acordar foi na montagem dum “tampo… Ler mais »
A Michelin fala em alteração de Jantes não nas medidas dos pneus!
Isso depende que quando é a notícia. Eu já vi simulações das duas situações. Um mero aumento do diâmetro da jante irá implicar alteração da estrutura do pneu e do seu processo de fabrico (custos a suportar pela Michelin, mas que depois são passados para as equipas. Creio que cada equipa paga actualmente 1 milhão de euros que depois é entregue à Pirelli). De qualquer modo a jante mais larga irá alterar o fluxo aerodinâmico em torno dos pneus, pelo maior diâmetro da jante e de seus raios e consequentemente haverá necessidade de re-desenhar toda a aerodinâmica, desde a asa… Ler mais »
Faria mais sentido acabarem com o monopólio da Pirelli deveria existir concorrência para aumentar i espectáculo assim como as performances isto com custos controlados pre estabelecidos pela FIA e com as marcas de pneus envolvidas. Concorrência faz muita falta, melhor espectáculo,melhor qualidade.