Quando Jenson Button levou o seu McLaren/MP4-27 Mercedes à vitória no GP do Brasil de 2012, naquela que foi a sétima vitória da equipa de Woking do ano, poucos imaginariam que seis anos depois a equipa não voltasse a vencer uma única vez.
Isto a propósito do facto da McLaren ter deixado passar quase despercebido o facto de ter ‘festejado’ em Spa-Francorchamps o 50º aniversário da sua primeira vitória em Grandes Prémios. Na verdade, foi em Julho de 1968 que Bruce McLaren conseguiu um triunfo surpreendente para a sua equipa mas, como essa vitória aconteceu no circuito belga, e desta feita, exceção feita a um Tweet da equipa, pouco mais se viu. Depois disso, Bruce Mclaren, Denny Hulme, Emerson Fittipaldi, Peter Revson, John Watson, James Hunt, Jochen Mass, Niki Lauda, Alain Prost, Ayrton Senna, Gerhard Berger, Mika Hakkinen, David Coulthard, Kimi Raikkonen, Juan-Pablo Montoya, Heikki Kovalainen, Jenson Button, Lewis Hamilton e Fernando Alonso, acrescentaram mais 181 vitórias ao palmarés.
Agora, no sexto ano de insucessos, três deles em parceria com a Honda, os adeptos da McLaren tinham esperança que esta nova ligação à Renault permitisse à equipa regressar a um patamar bem diferente, mas esta está apenas em sexto e sem grandes perspetivas de se chegar à frente. Nono lugar em 2015, sexto em 2016, novamente nono em 2017, e agora um sexto lugar a saber novamente a pouco. Para uma equipa com oito títulos de construtores, e doze de pilotos, é muito pouco.
Vão ficar sem o seu piloto de ponta, que mascarou muita coisa ao longo destes últimos anos, Fernando Alonso, e nem Stoffel Vandoorne resistiu à enxurrada, arriscando-se também ele a não ter lugar na F1 em 2019, depois de já se ter ficado a saber que não se mantém na equipa no próximo ano. Tudo misturado, mais um ano mau e pior do que isso, as perspetivas futuras não são nada boas…










