Kimi Raikkonen teve uma experiência “divertida” na sua primeira sessão de qualificação para a NASCAR Cup Series, com a corrida agora em vista.
As atenções durante este fim-de-semana, em Watkins Glen, estão centradas em Kimi Raikkonen, Campeão do Mundo de Fórmula 1 em 2007, que está a fazer a sua primeira aparição em corridas desde que terminou a sua carreira na Fórmula 1, na época passada.
Raikkonen está a competir com a TrackHouse Racing através da iniciativa ‘Project91’, que visa abrir um lugar aos pilotos internacionais para pilotarem nos Estados Unidos da América. O piloto finlandês de 42 anos tem trabalhado sem quaisquer problemas nos treinos e, na qualificação, colocou-se entre o meio do pelotão, no 27º lugar da grelha. Raikkonen descreveu o dia como “muito divertido” e diz ter desfrutado ao máximo do tempo que passou em pista.
“Obviamente desejava que tivesse havido mais voltas e parecia que havia muito potencial”, disse à NBCUniversal em Watkins Glen, “mas não tinho a certeza de qual a trajetória a seguir e não tive voltas suficientes para conciliar tudo, mas sim, foi divertido”.
“Aconteceu tudo como eu esperava depois do simulador. Obviamente há sempre uma diferença, mas os pequenos detalhes nunca são mostrados num simulador. Pelo menos eu conhecia a pista e tentei dar o meu melhor. É bom, não estava à espera de nenhum resultado em concreto e estamos algures no meio, por isso está tudo bem”.
Quando questionado sobre o que planeava fazer no sábado à noite, antes da corrida de domingo, Raikkonen ainda não tinha formulado nenhuma ideia, mas vai concentrar-se em se certificar de que conhece todas as regras para evitar quaisquer “erros parvos”.
O finlandês não tem nada a perder ao disputar uma corrida da NASCAR, logo não vê nenhum risco em falhar e não está muito importado com o resultado da corrida.
“Não vejo qualquer risco. Porque não?” respondeu à imprensa. “O que é que tenho a perder? Se fiz uma má corrida na NASCAR ou em qualquer outra competição? Não me interessa. Faço-o por mim. Bom ou mau resultado, pode acontecer mesmo que eu tenha feito 20 corridas. Todas elas podem ser más por muitas razões diferentes. Não vejo nada de negativo. Acho que é ótimo e tenho a certeza de que há muitos pilotos que gostariam de ter uma oportunidade e tentar, mas não é muito fácil”, acrescenta o ‘Iceman’. “Portanto, espero abrir algumas portas para que no futuro haja mais hipóteses para outros europeus entrarem [na NASCAR]”.








