Helmut Marko confirmou ontem que a Red Bull desistiu da sua intenção de colocar o piloto norte-americano da Indycar Colton Herta no lugar que é agora ocupado por Pierre Gasly na AlphaTauri, sendo evidente que a FIA não abriria uma exceção ao piloto por este não ter os pontos necessários para a superlicença obrigatória na Fórmula 1. Este era um tema que dividiu o paddock. O CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali considerava que não se deveria abrir qualquer exceção, apesar da disciplina ter agendadas para 2023 três corridas nos Estados Unidos da América.
O também piloto de Indycar, Graham Rahal foi uma das personalidades ligadas ao desporto automóvel dos EUA que reagiu ao ‘fechar de porta’ da F1 a Herta. Rahal escreveu nas redes sociais que “a F1 é um desporto elitista. Não nos querem. Lembrem-se disso. Querem o dinheiro das empresas americanas, querem o dinheiro de indivíduos ricos dos EUA. Mas eles não querem saber do resto. Sempre foi assim, sempre será”.
Rahal deixou ainda elogios às capacidades do seu adversário na Indycar, afirmando que “para aqueles que querem dizer que Colton Herta não “ganhou” o direito. Estão errados. É tão talentoso se não mais do que o resto. É um vencedor comprovado. Chegou ao topo e saiu-se excecionalmente bem. A F1 tem tido pilotos pagantes há anos que não se comparam ao CH [Colton Herta]. FACTOS!”.
O lugar da AlphaTauri não está ainda decidido, ao que parece ainda pode haver um acordo entre a Red Bull e a Alpine sobre Pierre Gasly, o que resulta na procura de um piloto substituto do francês, que segundo Helmut Marko, não acontecerá dentro do programa de jovens pilotos da estrutura.
And for those who want to say that @ColtonHerta didn’t “earn” the right. You’re off base. He’s as talented if not more than the rest. He’s a proven winner. He came to the top, and has done exceptionally well. F1 has had ride buyers for years who don’t hold a candle to CH. FACTS! https://t.co/9RpJ62nKIq
— Graham Rahal (@GrahamRahal) September 16, 2022
Foto: Joe Skibinski










