Singapura destaca-se no calendário não só pela corrida noturna, mas pelos desafios físicos que impõe aos pilotos. Correndo-se próximo do equador, as altas temperaturas e humidade criam um ambiente muito duro, mesmo à noite.
O traçado exige pouca velocidade média devido a curvas de 90 graus e à configuração urbana, o que resulta em corridas longas e exigentes: só duas foram completadas em menos de 1h50.
Manter concentração e hidratação é vital, pois o desgaste pode originar erros – facto comprovado pelo registo de poucas corridas, como a do ano passado, sem períodos de Safety Car. Em Singapura, a exigência física é tão importante quanto a técnica. Tudo isto significa que esta corrida tem bem mais fatores que a podem influenciar, do que os que estamos habituados a ter na grande maioria dos restantes Grandes Prémios.











