O porpoising tem sido motivo de muitas dores de cabeça para as equipas de F1 e a FIA tem estado atenta a esse problema, tanto que criou um conjunto de regulamentos para evitar o fenómeno e proteger os pilotos. Mas para Singapura, a métrica irá ser alterada, por causa dos ressaltos em pista.
Desde o GP da Bélgica que as equipas passaram a estar sob vigilância atenta da FIA que criou uma métrica para avaliar a severidade dos ressaltos provocados pelo porpoising, para proteger os pilotos de possíveis lesões a longo prazo. Desde então, os carros que ultrapassem os valores estipulados por uma fórmula especificamente criada para o efeito, podem ser excluídos. Isto obriga as equipas a assegurarem-se que o porpoising não é demasiado severo. Mas há pistas, como Singapura e Austin, que têm muitos ressaltos e as equipas temiam que esses ressaltos poderiam ser incluídos na análise da FIA, correndo o risco de os carros serem excluídos. Mas a FIA vai fazer alterações para excluir os ressaltos provocados pelas pistas.
Com o limite de energia criado nos ressaltos colocado nos 10/Kg por cada 100 Km, os ressaltos provocados pelas pistas são, normalmente, mais violentos e servem para aumentar a média de energia dos ressaltos, deixando os carros ilegais para competirem. Para evitarem que os ressaltos provocados pelas pistas sejam tidos em conta nos cálculos, todos os impactos verticais acima dos 7G serão desconsiderados. Com esta nova métrica, que será usada a partir de Singapura, as equipas não terão de se preocupar tanto com os ressaltos das pistas para estarem dentro da média estipulada.












