O Grande Prémio de Singapura de 2025 terminou com um triunfo sólido de George Russell. O britânico converteu a pole em vitória, mostrando-se sempre em controlo e só perdendo a liderança durante o ciclo de paragens, que rapidamente voltou a assumir.
A Mercedes soma assim a sexta vitória em Marina Bay, num total de 131 triunfos na F1.
Esta foi a segunda vitória do ano para Russell, o oitavo piloto a conquistar este Grande Prémio.
A McLaren, com o terceiro lugar de Lando Norris e o quarto de Oscar Piastri, fechou o fim-de-semana com chave de ouro, garantido o seu segundo título consecutivo — décimo na história da equipa — e firmando-se como a segunda equipa mais titulada de sempre, atrás apenas dos 16 títulos da Ferrari.

Max Verstappen voltou a ser o “rei sem coroa” em Singapura, consolidando quatro pódios e três segundos lugares no traçado asiático. O neerlandês, apesar do bom andamento, não conseguiu contrariar o domínio de Russell e o ritmo da Mercedes.
Mario Isola, Diretor da Pirelli Motorsport, fez questão de dar os parabéns a Russell e à McLaren pelo desempenho em Singapura. Salientou também como esta geração de monolugares “atingiu um nível de sofisticação tal que as ultrapassagens se tornaram extremamente difíceis, sobretudo num circuito como o de Singapura, pela sua configuração”. Sublinhou ainda a “mestria cada vez maior das equipas e dos pilotos na gestão dos pneus”, com stints longuíssimos em médios (50 voltas) e macios (38 voltas). “Mesmo que optássemos por um hipotético C8, não teria alterado significativamente o desenrolar da prova”, admitiu.

Isola destacou que todos os compostos foram competitivos: o macio revelou-se uma opção interessante após a chuva antes da partida, proporcionando bons desempenhos sobretudo a Hamilton e Sainz nas suas recuperações, enquanto o médio ofereceu o melhor compromisso global. O duro também apresentou um rendimento consistente, tornando a gestão tática desta noite notável em todos os aspetos.









