Antonio Giovinazzi ficou de fora dos pontos no GP da Rússia, ao contrário do seu colega de equipa, que regressou da paragem de duas semanas devido à COVID-19, que conquistou o oitavo lugar final. O fraco desempenho do piloto italiano da Alfa Romeo, pode ser explicado pelo toque que sofreu na primeira volta, que para além de alguns danos no carro, pode ter originado a perda de sinal do rádio, impedindo a comunicação do piloto com a equipa.
“Tive um toque com não sei quem na curva 2 e perdi a posição. Não tinha rádio desde a primeira volta, por isso era impossível comunicar com a equipa, e foi uma corrida difícil com a poupança de combustível. Tentava olhar para a minha box na reta principal para ver o que precisava de fazer, mas sem o rádio era uma confusão. E depois também com a chuva no final não tive comunicação. Foi uma corrida de silêncio para mim, por isso, foi uma corrida difícil desde a primeira volta”, explicou o piloto italiano.
O mesmo foi confirmado por Frédéric Vasseur ao Motorsport.com. “Mick [Schumacher] bateu na traseira de Antonio, foi direito, danificou o fundo plano e depois ficou preso atrás do pelotão. E depois perdemos a comunicação via rádio desde o início, por isso tivemos de mostrar o sinal à moda antiga. Nos momentos em que se tem de dar ordens sobre a gestão e assim por diante, é difícil. Não se pode dar tantos detalhes como quando se está a falar, e não se pode dizer que se tem de poupar pneus e combustível. Não foi capaz de falar de todo. E no início pudemos falar com ele, e depois ele perdeu completamente a comunicação”.
Em relação às esperanças de Giovinazzi em manter o lugar na equipa em 2022, Vasseur disse: “Não é preciso ter em atenção uma sessão. Nos últimos fins de semana, o ritmo foi realmente bom, na qualificação em Zandvoort e Monza, e este fim de semana penso que o ritmo foi bom na sexta-feira”.











