Por Pedro Mendes
O piloto canadiano da Racing Point, Lance Stroll, defendeu a sua postura durante o GP de Eifel. Lembramos que Nico Hulkenberg substituiu Stroll durante a qualificação e corrida do GP anterior, com o canadiano a apresentar problemas de estômago:
“Tinha problemas de estômago e não vou entrar em detalhes sobre o que isso significa”, avançou o piloto da Racing Point. “Telefonei ao meu médico particular que não pensou que fosse COVID e por isso voei para casa no dia seguinte, sabendo que não estaria na corrida e fiz o meu teste que faço aos Domingos após cada corrida.”
Stroll adiantou que sentiu os mesmos sintomas na Rússia e que foi testado duas vezes, tendo-se revelado o resultado negativo para a presença do Coronavírus. “Fui para o fim de semana com teste negativo e livre para competir. O teste seguinte seria no Domingo, apenas depois do fim de semana e segui conforme o planeado, depois de ter chegado à conclusão, com o meu médico, que não seria COVID.”
Lance Stroll está já incluído no paddock do GP de Portugal, tendo apenas apresentado “sintomas ligeiros” e que o isolamento não afetou muito a preparação do GP, já que depois de se ter sentido melhor, começou a treinar em casa com vista à corrida de Portimão, já depois de ter testado negativo na Segunda feira.
Já a equipa Racing Point recebeu um aviso da FIA por causa deste incidente com Stroll, já que não reportou a este órgão o resultado do teste logo após ter sabido. A equipa apenas informou a FIA pouco tempo antes do próprio piloto o fazer nas suas redes sociais.
No passado a FIA já emitiu este tipo de aviso a Charles Leclerc, por ter voado para o Mónaco entre as duas corridas na Aústria e a Sebastian Vettel, por ter saído da “bolha” criada na Ferrari para falar com Horner e Marko da Red Bull.
Para o GP de Portugal, o protocolo da FIA obriga a que todos os membros sejam testados 24 horas antes do evento, quando anteriormente existia uma janela de 5 dias entre a testagem e os eventos.









