George Russell deu novamente nas vistas durante a sessão de qualificação, colocando o Williams na 11ª posição da grelha de partida, faltando muito pouco para conseguir chegar à Q3. No entanto, na corrida de ontem, logo após as primeiras voltas foi perdendo posições, tendo terminado na 16ª posição, numa prova onde se podia esperar que Russell pudesse pontuar.
“Incrivelmente duro, provavelmente uma das corridas mais difíceis que tive desde 2019, quando o carro estava muito longe dos outros”, disse Russell à Sky Sports F1.
A falta de ritmo do Williams foi demasiado óbvio, já que para além de Russell ter-se mantido no fundo do pelotão, ainda vimos Nicholas Latifi, o seu companheiro de equipa, em luta com Mick Schumacher da Haas.
“Foi uma corrida de sobrevivência, apenas para tentar manter o carro na pista. Não podia lutar com ninguém, o que foi uma verdadeira vergonha. Acabei 40 segundos atrás do carro à minha frente e quase duas voltas de atraso. Por isso, sim, a Fórmula 1 é por vezes complicada”.
A grande dificuldade durante a corrida, na opinião de Russell, foi a sensibilidade do carro ao vento no traçado algarvio: “Sabemos como o nosso carro é difícil quando o vento o apanha e vimos isso ao longo deste fim de semana quando o vento estava forte, nós estávamos lentos. Quando o vento acalmou, pudemos fazer uma performance como a de ontem [Sábado]. Aquela volta na Q2 veio de absolutamente nada. Duas sessões antes de estarmos a milhas do ritmo e depois, de repente, lutámos pela Q3. Infelizmente essa é a natureza da besta que é o nosso carro. Tivemos três corridas, duas das quais foram em circuitos com muitas rajados [de vento] e muito expostos, por isso cruzámos os dedos e não estamos a falar disto em toda a temporada.”










