A Red Bull foi buscar Alex Albon a meio do ano passado para o lugar de Pierre Gasly. Prometeu muito, mas este ano, a tempo inteiro, tem sido uma enorme desilusão. Devia estar na frente dos pilotos do 2º pelotão e está a meio da lista. Demasiado inconstante. 15º em Monza, 3º na Toscânia, 10º na Rússia. Nervoso, está prestes a perder o lugar, mas os responsáveis da Red Bull dão-lhe até ao fim do ano para mostrar o que vale. E o GP de Portugal é a próxima oportunidade:
A F1 dirige-se para mais uma nova pista, Portimão! Já lá estiveste antes?
Alex Albon: “Sim, tenho boas recordações de Portimão, com a pole position e um pódio lá na Fórmula 3. É uma pista muito engraçada, com muito carácter e é muito fluída. A primeira coisa que nos atinge quando chegamos lá é o mega impressionante sobe e desce ao longo do circuito. Vai ser muito físico. É também uma pista bastante acidentada, com algumas curvas cegas na sua entrada, o que só aumenta a diversão…”
Quais as partes da pista que mais anseias?
“Numa secção da pista sobe-se uma colina quase cega onde se sente que o carro vai descolar e depois desce subitamente antes de subir novamente para outra curva completamente cega. Trava-se, entra-se e não se sabe para onde se vai, e depois surge outra curva à direita, antes de descer maciçamente de novo. É realmente impressionante e será bom porque penso que, como vimos em Mugello, as novas pistas são divertidas e tornam tudo mais interessante. É bom porque uma pista nova como esta é como lançar os dados em termos da forma como as equipas são capazes de se adaptar ao circuito.
Acha que as novas pistas são boas para a F1?
“Penso que as novas pistas dão oportunidades aos pilotos mais inexperientes, porque estamos habituados a ir a novas pistas muitas vezes nas categorias juniores. Na F1, os pilotos experientes têm feito os mesmos circuitos ano após ano, e diversidade coloca a bola um pouco mais dentro do nosso campo e torna-o mais divertido. No primeiro treino livre começa tudo do zero!”











