O diretor técnico da Mercedes, James Allison, negou categoricamente as alegações que circulam nas redes sociais sobre um alegado favoritismo interno em relação ao jovem Kimi Antonelli, atual líder do campeonato de 2026, em detrimento de George Russell.
A Mercedes tem dominado a temporada, mas Russell encontra-se a 50 pontos de Antonelli devido a problemas de fiabilidade. A especulação online intensificou-se após adeptos partilharem imagens de Toto Wolff a celebrar os sucessos do piloto italiano, omitindo reações idênticas aos feitos de Russell.
James Allison classificou estas acusações como “completamente alienígenas” à realidade da Fórmula 1, sublinhando que a prioridade máxima da estrutura de Brackley é a conquista do Mundial de Construtores: “Quando ouvimos isso, é como se estivéssemos a ouvir outra língua. É do interesse de todos nós que ambos os pilotos progridam”, explicou o engenheiro britânico.
Allison reforçou que a escuderia mantém uma postura de neutralidade face à ordem dos pilotos em pista. “Na verdade, somos ambivalentes sobre qual deles é o melhor. Queremos uma dobradinha em cada corrida e não nos importamos com a ordem”, concluiu, garantindo que qualquer discriminação nesta fase seria contraproducente para os objetivos da equipa.












«Russell encontra-se a 50 pontos de Antonelli devido a problemas de fiabilidade»
Esquecendo que ambos os pilotos da Mercedes somam uma desistência por problemas mecânicos, eu reescreveria a frase citada da seguinte forma: «Russell encontra-se a 50 pontos de Antonelli devido a problemas de velocidade».
Ou falta dela…
Sim, ambos tiveram um abandono por problemas técnicos, mas Russell tem também uma penalização não cumprida no momento devido, que originou um drive through, em que perdeu, pelo menos, 10 pontos e, numa das primeiras corridas, já não me lembro em qual, teve um problema qualquer na qualificação, que também dificultou a sua progressão na corrida. Sem esses problemas, continuaria atrás do Antonelli, mas mais próximo.