Após as primeiras paragens dos homens da frente, George Russell pediu para a equipa montar pneus macios para o final da corrida. No entanto, quando parou na volta 35 saiu com pneus duros e no quarto posto, atrás de Sergio Pérez.
Mantinham-se os dois pilotos da Red Bull nas posições de pódio, com Lewis Hamilton entre os dois, mas o piloto da Mercedes estava a começar a ser pressionado pelo piloto mexicano, com os pneus a fazerem a diferença.
Sebastian Vettel trocou os pneus macios com que arrancou à volta 40, com a equipa a montar os médios no AMR22, possivelmente até ao final da corrida, numa estratégia arriscada.
Pierre Gasly parou à volta 43 e cumpriu a sua penalização, o que o colocou no 16º lugar da classificação, enquanto Zhou Guanyu – o único piloto sem parar – estava a atrasar Esteban Ocon e Valtteri Bottas. Pouco depois, ambos os pilotos passaram Zhou.
Com 48 voltas concluídas, Max Verstappen liderava o pelotão com cerca de 10 segundos de vantagem sobre Lewis Hamilton, seguido de Sergio Pérez a cerca de 1.5s do britânico. A Mercedes esperava que a Red Bull voltasse a parar ambos os carros e que os seus dois monolugares, que tinham montados pneus duros até ao final da prova, pudessem ter alguma vantagem para a fase terminal da corrida.
Na batalha pelo 11º lugar, com estratégias diferentes, Daniel Ricciardo e Yuki Tsunoda tocaram-se, o que levou o piloto japonês a sair ligeiramente de pista e a regressar à box para desistir. O piloto australiano foi prontamente penalizado com 10 segundos .
Na frente, Sergio Pérez fez duas voltas rápidas e ficou a cerca de 1 segundo de Lewis Hamilton, podendo indicar que iria parar novamente ou que iria tentar atacar o britânico e destabilizar o seu desempenho. Hamilton perdia também algum tempo para Verstappen, com o neerlandês a alargar para 12 segundos a sua vantagem. No entanto, Hamilton respondeu e conseguiu restabelecer para 1.8s o terreno para o piloto mexicano.











