A direção de prova da FIA esclareceu os motivos que levaram à entrada do Virtual Safety Car (VSC) nas voltas finais do Grande Prémio da Cidade do México de Fórmula 1, intervenção que acabou por impedir um possível duelo direto entre Max Verstappen e Charles Leclerc pela segunda posição na derradeira volta.
Nas últimas voltas da corrida, Leclerc seguia no segundo lugar, com Verstappen a aproximar-se rapidamente graças a um espetacular stint prolongado em pneus macios. O neerlandês estava prestes a entrar na zona de DRS e a criar condições para ultrapassar o piloto da Ferrari, quando o VSC foi acionado.
A neutralização foi motivada pelo despiste e paragem de Carlos Sainz na escapatória da Curva 14, numa zona considerada exposta. A FIA explicou que, ao detetar fumo no carro e a necessidade de intervenção dos comissários para a sua remoção, foi aplicada a neutralização por razões de segurança.
Why the Virtual Safety Car was used on Lap 70 in Mexico… ⚠️⤵️
— Formula 1 (@F1) October 27, 2025
Carlos Sainz spun and stopped at Turn 14 and the car began smoking, meaning marshals would need to enter the track causing a VSC to be deployed 👇#F1 #MexicoGP pic.twitter.com/WspBSb8Zyz
“Na volta 70, Sainz fez um pião e parou na escapatória, do lado de fora da Curva 14. O seu carro parou numa posição exposta”, explicou a FIA em comunicado após a corrida. “O carro começou a deitar fumo e a direção da corrida recebeu notificações de incêndio, deixando claro que a intervenção dos comissários seria necessária para a recuperação. Como é o procedimento padrão quando os comissários são chamados para recuperar um carro, a corrida é neutralizada. Neste caso, foi acionado um Safety Car Virtual (VSC) até que o carro fosse movido para um local seguro atrás das barreiras. O VSC terminou assim que o carro estava numa posição protegida, e a corrida foi concluída sob bandeira verde.”










