GP México, F1: Especificidade do circuito obriga equipas a alterações nos monolugares
As equipas já revelaram as alterações introduzidas para o Grande Prémio do México deste fim de semana, que é realizado a uma altitude de 2200 metros, com o ar rarefeito a poder produzir algumas das velocidades máximas mais altas do ano e obrigando a alterações nos carros tendo em conta a especificidade desta prova.
A Alfa Romeo dá seguimento ao pacote de evolução do seu monologar, apresentando atualizações com foco no melhor desempenho deste. Neste caso, proporcionado por novas condutas de ar dos travões traseiros, que vão funcionar em conjunto com o fundo introduzido em Austin para melhorar a eficiência aerodinâmica e gerar força descendente.
A Red Bull apresenta novas grelhas de arrefecimento mais largas para conseguir um melhor arrefecimento dos componentes interiores com a pressão atmosférica mais baixa da Cidade do México. Também a Ferrari, apresenta grelhas adicionais no cockpit, específicas para os requisitos do circuito de forma a aumentar a capacidade de arrefecimento do motor.
A Alpine experimenta as mesmas grelhas que foram utilizadas no treino livre do Catar, que serviu na altura para testar esta solução para esta corrida, enquanto a tampa do motor apresenta uma saída do painel de coque maior na traseira do carro, proporcionando níveis mais elevados de arrefecimento.
O mesmo apresenta a McLaren. Uma tampa do motor com geometria revista, que permite um maior fluxo de massa através dos radiadores. A equipa de Woking apresenta ainda algumas alterações nos discos dos travões dianteiros, também para aumentar a capacidade de arrefecimento.
Nas restantes equipas mais atualizações específicas para este traçado. A Haas tem uma pequena modificação na saída da conduta de refrigeração dos travões dianteiros, que permitirá aos engenheiros ajustar o arrefecimento dos travões com uma variação das forças aerodinâmicas em torno da frente do VF-23. Além disso, a equipa norte-americana apresenta um nova opção de grelhas nos flancos e no motor da que foi introduzida na corrida anterior.
Em relação à geometria anterior do AT04 da AlphaTauri, as condutas dos travões dianteiros foram modificadas para aumentar o fluxo de ar através do sistema para aumentar o arrefecimento do disco e da pinça. Também a tampa central do motor foi modificada, sempre a pensar em melhorar o arrefecimento interno.
A Williams coloca em hipótese de usar, se necessário, uma tampa do motor maior com uma nova saída central traseira, que permite que mais ar arrefeça pela unidade motriz e fluidos da caixa de velocidades, além de novas grelhas nos flancos.
Foto: Rudy Carezzevoli/Getty Images/Red Bull Content Pool
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