A FIA considerou adequada a atuação dos comissários na limpeza após os incidentes na Curva 1 do Grande Prémio de Las Vegas, rejeitando preocupações sobre a presença de elementos na zona de escapatória enquanto o pelotão ainda circulava em pista.
Apesar de a situação apresentar semelhanças com o episódio controverso do Grande Prémio do México, em que houve comissários na trajetória dos carros devido a uma falha de comunicação, o órgão regulador sublinhou diferenças determinantes no caso de Las Vegas. Os comissários realizaram a operação de limpeza no momento em que a direção de prova estava plenamente informada da sua posição e atividade, estando previsto que concluíssem a operação antes da passagem do grupo principal, embora a sua presença na zona de escapatória fosse reconhecida como possível.
The pinnacle of motorsport 👀 #LasVegasGP pic.twitter.com/H2ehuvb3rQ
— Autosport (@autosport) November 23, 2025
De acordo com os procedimentos, a presença dos comissários manteve-se confinada à escapatória, sem necessidade de intervenção do Virtual Safety Car ou do safety car, medidas que só seriam consideradas caso tivessem acesso à pista propriamente dita. Quando se detetou a existência de detritos na pista pouco depois, a ativação do Virtual Safety Car foi imediata, de acordo com o protocolo estabelecido. A gestão da situação ficou ainda coberta por duplas bandeiras amarelas na abordagem à curva, complementadas por uma bandeira amarela simples antes da reta da meta, para maior aviso aos pilotos.










