A FIA considerou adequada a atuação dos comissários na limpeza após os incidentes na Curva 1 do Grande Prémio de Las Vegas, rejeitando preocupações sobre a presença de elementos na zona de escapatória enquanto o pelotão ainda circulava em pista.
Apesar de a situação apresentar semelhanças com o episódio controverso do Grande Prémio do México, em que houve comissários na trajetória dos carros devido a uma falha de comunicação, o órgão regulador sublinhou diferenças determinantes no caso de Las Vegas. Os comissários realizaram a operação de limpeza no momento em que a direção de prova estava plenamente informada da sua posição e atividade, estando previsto que concluíssem a operação antes da passagem do grupo principal, embora a sua presença na zona de escapatória fosse reconhecida como possível.
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— Autosport (@autosport) November 23, 2025
De acordo com os procedimentos, a presença dos comissários manteve-se confinada à escapatória, sem necessidade de intervenção do Virtual Safety Car ou do safety car, medidas que só seriam consideradas caso tivessem acesso à pista propriamente dita. Quando se detetou a existência de detritos na pista pouco depois, a ativação do Virtual Safety Car foi imediata, de acordo com o protocolo estabelecido. A gestão da situação ficou ainda coberta por duplas bandeiras amarelas na abordagem à curva, complementadas por uma bandeira amarela simples antes da reta da meta, para maior aviso aos pilotos.









Não concordo com a FIA. No mínimo dos mínimos tinha de haver bandeiras amarelas no local, mesmo que os pilotos estivessem longe.
Uma coisa que existe na Fórmula E, e que a F1 podia seguir, é ouvir-se o director de corrida a avisar todas as equipas de uma qualquer situação que surja. Não me recordo se ele se dirige às equipas, se aos pilotos, mas que eu acho muito útil. Se isso existisse na F1, teria bastado um aviso aos pilotos da existência de comissários naquele local e, então sim, não haveria problemas de segurança.