O que se viu em Singapura não é esperado de novo em Suzuka, pelo que as coisas devem voltar ao ‘normal’ visto nas primeiras 10 corridas do ano, mas também é verdade que a Red Bull tem estado cada vez mais sob verdadeira pressão em alguns momentos desta temporada, especialmente nas duas últimas corridas, e por parte da Ferrari. Antes da vitória de Carlos Sainz em Singapura, a Ferrari também tinha sido uma ameaça para a Red Bull em Monza, onde Sainz também partiu da pole position e liderou desde o início antes de Verstappen e Sergio Perez finalmente encontrarem o seu caminho.
O chefe de equipa da Ferrari, Frederic Vasseur, atribui as recentes performances ao trabalho feito em Zandvoort após a pausa de verão, e depois Sainz foi capaz de começar a andar bem desde a primeira volta do TL1 em cada um dos últimos dois circuitos.
Resta saber se um início de fim de semana semelhante em Suzuka permitirá que a pressão sobre a Red Bull se mantenha, mas temos a certeza de que a Ferrari não pode deixar cair o seu nível, dada a ameaça da Mercedes, McLaren e Aston Martin. E enquanto a Red Bull se aproxima do título de construtores, a luta pelo segundo lugar está a tornar-se mais intensa, com a Mercedes agora apenas 24 pontos à frente da Ferrari.
A Aston Martin ficou a 72 pontos de distância nesta batalha e terá meio olho no progresso da McLaren, com a diferença entre as duas equipas a ser de 78 pontos, mas a McLaren ultrapassou a Aston em 59 pontos (122 a 63) desde que introduziu um carro melhorado na Áustria. Isso foi há sete corridas e ainda faltam sete corridas nesta época.












