Muitos se recordam do que foi a farsa da qualificação do GP de Itália de 2019. Todas as equipas procuram um ‘reboque’ durante a qualificação em Monza, porque o efeito de slipstream, ou vácuo se preferir, quando se persegue um monolugar ‘vale’ muito tempo, mas isso também significou que todas as equipas procuraram não ser as primeiras a atravessar a linha de meta para iniciar as suas últimas voltas cronometradas e isso causou algo semelhante ao que aconteceu numa qualificação da Fórmula E, quando vários pilotos não passaram a linha antes do cronómetro regressivo chegar a zero: como resultado não registaram cronos. Alguns pilotos rodaram tão lentamente na tentativa de deixar outros passar que a maioria deles não conseguiu iniciar as suas derradeiras tentativas. Por isso, este ano haverá uma orientação clara sobre o que se espera em pista este fim-de-semana. Uma coisa temos a certeza: Vai haver quem tente alguma espécie de ‘reboque’.











Num circuito como este, era de se impor um intervalo mínimo de saída para a pista, um tempo mínimo para a volta de lançamento e a ordem de saída para a pista ser a inversa da classificação da Q2.
Também acho que se devia fazer algo mas para não variar a FIA deve encolher os ombros e provavelmente vamos ter uns “comboios” a ver quem consegue ganhar vantagem. Só não acredito que seja como o ano passado porque houve muitos pilotos que se deram muito mal e não completaram as voltas… a ver vamos
Se não estou em erro fizeram a regra do tempo mínimo logo para o grande prémio a seguir.
Hoje já vimos a mesma “tourada” na F3, só que aí são 30 carros.
Na F3 o vácuo ainda é mais importante. Lembram-se Félix da Costa no vácuo e a empurrar já não sei quem?
Vocês querem regras para tudo também!
Mas quem é que não quer? Foi cómico. Qual foi o problema?