Nico Hulkenberg lamentou-se no final da corrida pelo facto de Kevin Magnussen o ter atirado para fora de pista, mas como quase sempre acontece, com o “mal dos outros pode a gente bem” e nesse aspeto o alemão esquece-se do que fez a Romain Grosjean no início da corrida. Não que uma coisa justifique a outra, mas por vezes é assim que as corridas se desenrolam e sendo verdade que a Renault tinha condições de fazer um melhor resultado nesta corrida, Hulkenberg não se pode queixar muito, pois podia perfeitamente ter sido penalizado: “Foi uma corrida frustrante, especialmente porque tinha ritmo para uma corrida melhor. Senti-me bastante confiante e o monolugar estava bom. Fizemos boas voltas, mas estava difícil de ultrapassar, então passei muito tempo preso no tráfego. A paragem foi frustrante, pois perdemos muito tempo num momento importante da corrida, o que me fez ficar preso atrás de Magnussen. Sempre gosto de ir ao limite, mas ele foi cruel ao empurrar-me para fora da pista”.









É um bocadinho diferente: a manobra do Hulk é incorrecta, mas é no calor da 1ª curva e não parece premeditada (mesmo assim, no meu entender, devia ter sido penalizada); a manobra do Magnussen é totalmente intencional, pois ele sai completamente de trajectória para empurrar o Hulk e evitar a ultrapassam – muito porca!.
Exacto, além que Hulk, como tantos outros, na primeira curva têm monolugares por todos os lados, não têm propriamente espaço para dar e vender.
Já no caso de Magnussen só há dois monolugares naquele troço de pista e o homem viu tudo vermelho e foi literalmente contra o Hulkenberg.