São duas equipas que começaram a época de forma completamente diferente – a Aston Martin como sendo a segunda força do pelotão, enquanto a Ferrari arrancou mal – mas que neste momento estão longe do que seria de esperar. Não parece ser uma quebra de desempenho de ambas as estruturas, parecendo que os adversários encontraram outras soluções para os seus carros que lhes dão mais vantagem competitiva.
A equipa de Silverstone pode justificar-se que, depois de um enorme desenvolvimento na fase de produção do carro deste ano, o limite orçamental não possibilita muito mais trabalho para apresentar atualizações durante a temporada. Obviamente, enquanto as equipas adversárias poderão ter uma situação mais confortável em relação ao regulamento financeiro da FIA para a Fórmula 1.
No caso da prova que agora terminou, a Aston Martin até terreno perdeu para a Ferrari, somando apenas 3 pontos. Muito pouco comparativamente com aquilo que nos tinham habituado. Na Ferrari, hoje Charles Leclerc não ajudou, sendo penalizado por ter excedido o limite de velocidade na via das boxes, mas mesmo assim teria sido muito curto. Não perderia a posição para George Russell.
Carlos Sainz parecia mais rápido do que o companheiro de equipa no primeiro stint, mas o ritmo foi mais baixo depois das paragens dos dois pilotos, quando Leclerc passou para a frente do espanhol.











