Michael Masi foi um dos homems mais procurados (e também um dos mais atarefados) depois do acidente da primeira volta entre Lewis Hamilton e Max Verstappen. Sem ser a função de Masi, os chefes de equipa da Red Bull e Mercedes entraram em contacto via rádio com o diretor de prova, para o pressionar a favor ou contra uma penalização. Não é essa a função do australiano, mas isso não quer dizer que não possa estar de acordo ou discordar da penalização imposta a Hamilton.
Masi diz que concorda com a penalização e que os comissários seguem uma regra importante que é julgar o acidente por si só e não pelo que resulta dele.
“Olhando para o incidente, concordo com os comissários e com a penalização que aplicaram. Uma das suas funções e que tem sido um dos pilares durante muitos, muitos anos [é] que não devem considerar as consequências de um incidente. Assim, quando julgam incidentes, eles julgam o incidente em si, o mérito do incidente e não o que acontece depois como consequência, e isso tem sido algo que os comissários têm feito durante muitos anos e têm sido aconselhados a fazer de cima para baixo – e estou a falar do envolvimento da equipa e assim por diante. É assim que os comissários julgam o incidente, porque se começarmos a levar em conta as suas consequências, há tantas variáveis em vez de julgar o incidente em si”.













Eu lembro-me de há uns anitos atrás, numa situação, vá, digamos caricata, o Rossi “atirou” MM93 ao chão e o italiano foi castigado na corrida seguinte a começar a mesma no fim da tabela.
Que façam o mesmo.
É que um foi ganhar a corrida, enquanto o outro foi parar ao hospital.
Mas pronto, foi sem querer e o mundo está cheio de boas intenções.
E blá blá blá
O Rossi não atirou o Marquez ao chão. O Marquez deixou passar o Lorenzo e o Pedrosa e bloqueou durante 3 voltas o Rossi.
Lamentavelmente intrometeu-se na luta da Yamaha no campeonato de pilotos e na corrida seguinte ainda fez pior, defendendo o Lourenzo do Pedrosa.
Quanto à corrida da F1 é como diz o Max é hard driving 🙂 temos pena
Lembram-se quando o Vettel deu um “chega para lá” ao Hamilton em Baku, quando o mesmo parecia andar em “Brake checks”? Ai a Imprensa andava em peso a tentar penalizar o Vettel ainda mais, sem que o mesmo tenha sequer danificado o carro do Hamilton ou posto a sua integridade física em risco.
Não bateu uma vez mas sim duas
E sim danificou ambos os carros
Foi uma atitude das mais lamentáveis na F1,até porque essa corrida estava parada, não se estava no calor duma luta.Algo muito feio do Vettell ,porque feito a frio, bem pior que o de ontem do Lewis, que só não mereceu mão pesada…porque ele era piloto da Ferrari,escudada pela FIA ( ao tempo Ferrari International Assistance segundo muitos) .
O Lewis foi por vezes prejudicado do passado, sem dúvida, mas fazer o de ontem não é aceitável, e ainda por cima passar as culpas para o coitado que saiu como um missil contra as barreiras,ainda menos
.Venha a Húngria.
Boa tentativa de atirar areia para os olhos.
Mas há uma grande diferença que claro que te esqueceste de incluir. O gesto de Vettel foi intencional. Logo tem de ser penalizado como tal. O acidente entre Max e Lewis não foi. Mas claro que admitires isso é muito difícil porque vives com o homem na cabeça. Mas pronto, pormenores.
(e sim vá, diz lá que eu não gosto do Alonso e tal como se isso fosse retirar valor ao meu comentário hahahaha).
Estes tipos não têm credibilidade.Que saudades dos tempos do Sr. Jean Marie Ballestre…ao pé disto !
Infelizmente o desporto anda com a insenção e imparcialidade como vemos.
Sendo certo que no inicio da carreira o Hamilton foi muito prejudicado pela FIA. O campeonato de 2007 é um exemplo…entre muitas penalizações etc.
Hoje é o contrário.
Jean-Marie Balestre, grande exemplo de imparcialidade e credibilidade! Prost concorda.
O Senna é que gostava muito dele 🙂
Tanta conversa por um incidente de corrida ? Enfim.. Os pilotos não podem nada. Começo a achar mais interessante Indicar . Ao menos lá : let them race.
mas tambem não é preciso fazer um “death race 2”
Portanto, se é tido em conta apenas o incidente e não as suas consequências, então pode-se afirmar que fazer explodir um petardo no estádio é igual a fazer explodir 2000kg de C4. Será que este pateta acha que atirar um fora a 100kms/h é igual a fazer o mesmo se vai a a 300? Noção básica de física: Energia cinética= 1/2 * m * v^2 . Ou então pergunte ao Max: https://www.youtube.com/watch?v=QtDPQQQWP_M E muita atenção ao precedente…. se um dia -esperemos que nunca- acontecer o mesmo ao HAM quero ver o que ele e o parceiro que nunca falta nestas,… Ler mais »
Acabei de ver o video que sugere e o que mais ressalta e o público todo juntinho e sem mascara de proteção. Serão os mesmos ingleses que depois vão pelo mundo fora, afoitos, de copo na mão e vírus no coração espalhar mais uma variante? Esperemos que não. É que por cá culpam os portugueses de tudo e fazem de propósito para esquecer todas as outras comunidades que, por razões diferentes umas das outras, tem contribuído e muito para a disseminação do vírus.
Basicamente o que disse há uns dias. Os comissários só podem analisar os acidentes em si, não o que acontece depois. Não é por um carro dar piruetas no ar que o acidente – em pista – foi mais grave, intencional ou não intencional.
Por exemplo, em 2016 Alonso ao ultrapassar Gutierrez acabou na barreira depois dar várias piruetas. Se os comissários vão julgar pelas consequências do acidente, então Gutierrez levava um “race ban” tal como andam agora os chorões a pedir.
acidente, e não incidente, houve danos humanos e resta saber que sequelas poderão sair daqui.
Que danos humanos? Que sequelas? Alguém ficou ferido? Grande actor dramático que você me saiu!
Próximo inquérito : deverão os formula 1 serem equipados com metralhadoras e mísseis de curto alcance carro-carro?
Dizem eles…