Mick Schumacher está, de facto, a atravessar um grande momento de forma nas últimas semanas, onde conquistou pontos em duas corridas consecutivas, depois de ter de esperar 31 Grandes Prémios pelos seu primeiro top 10 da carreira na Fórmula 1.
O início da época não foi nada fácil para Mick Schumacher. Em nove corridas era o único piloto da grelha da F1 que ainda não tinha pontuado, a par de Nicholas Latifi.
Pelo meio teve, ainda, dois acidentes aparatosos que implicaram uma despesa à equipa a rondar, cada um, o milhão de euros, primeiro na qualificação do Grande Prémio da Arábia Saudita e depois no Grande Prémio do Mónaco.
A pressão sobre Mick Schumacher era enorme, mas o jovem de 23 anos deu a volta à situação da melhor forma.
Primeiramente, o ‘enguiço’ foi quebrado em Silverstone, onde terminou em oitavo lugar e arrecadou os primeiros pontos da carreira. A corrida ainda nos proporcionou uma boa luta roda-a-roda entre Mick e o atual campeão do mundo, Max Verstappen, com o neerlandês a sair por cima.
Em segundo lugar, o fantástico Grande Prémio da Áustria, onde Schumacher terminou em sexto lugar, dando seguimento aos pontos do fim-de-semana anterior e foi votado como Piloto do Dia pelos adeptos. Desta forma, a Haas voltou a ocupar o sétimo lugar no campeonato de construtores.
Recuando agora até 2021, Schumacher tinha em mãos um Haas sem qualquer evolução ou competitividade,mas foi em Paul Ricard que o filho de Michael Schumacher fez a sua primeira ‘aparição’ no Q2. Será este mais um indício para um novo ‘máximo’ pessoal do germânico, campeão de Fórmula 2 em 2020,com a terceira ida consecutiva aos pontos? Veremos…
Eduardo Moreira












