Durante as duas sessões de treinos livres, tanto a Mercedes como a Red Bull (que tenhamos conhecimento através das comunicações rádio durante as sessões) queixaram-se a Michael Masi acerca da colocação dos corretores amarelos, (em inglês sausage kerb) colocados na curva 2 do traçado de Paul Ricard.
A Red Bull foi um pouco mais contundente nas comunicações com o diretor de corrida, já que no final da sessão, lembrou a Masi que vários carros ao passarem por cima desses corretores, danificam algumas partes dos monolugares e que por um pequeno erro, são muito penalizados até porque as peças ficam muito caras e estas “indiscrições” por parte dos pilotos só aconteciam em simulação de qualificação. Jonathan Wheatley (elemento da Red Bull que estava a comunicar com Michael Masi) quis saber ainda, se o diretor não poderia considerar retirar os mesmos.
Masi, por sua vez, lembrou Wheatley que já em 2019 os corretores estavam lá e que ouviu da parte de vários chefes de equipa e pilotos, que gostariam de ter limites físicos na pista, incluindo Wheatley, mas que mesmo assim, iria durante a noite considerar este pedido.
Ainda antes desta troca de argumentos entre Red Bull e Michael Masi, Christian Horner em declarações à SkySports durante a sessão, afirmou que com os três GP’s consecutivos, qualquer bocado de fibra de carbono que pudesse ser aproveitada, era algum dinheiro que era poupado e que equipa está com alguma falta de peças.
Os corretores em questão, são utilizados em vários circuitos, como por exemplo no Circuito das Américas, em Austin.










