Não há muito de bom que se possa dizer sobre a Haas este ano. Com dois pilotos rookies, a equipa é a única que ainda não pontuou, o mesmo sucedendo, naturalmente, com os seus pilotos, que no ‘zero’ só têm a companhia de Robert Kubica que também não pontuou nas duas corridas em que substituiu Kimi Raikkonen.
Não tem havido, como se percebe, muito para aplaudir a Haas até agora nesta temporada, também contribuindo o facto da equipa ter ‘esquecido’ o carro de 2021 para se concentrar nos novos regulamentos no próximo ano.
Tem sido um ano de aprendizagem para a equipa, com os estreantes Mick Schumacher e Nikita Mazepin a ganhar experiência num carro que não foi sendo desenvolvido.
Mas Schumacher foi capaz de proporcionar alguma alegria com um desempenho de qualificação impressionante na Turquia, que lhe permitiu chegar à Q2 por mérito, com as suas esperanças de conseguir um melhor resultado arruinado por uma bandeira amarela na segunda fase da qualificação, e depois de um toque com Fernando Alonso no início da corrida.
Este ponto alto poderá, no entanto, ser melhorado em Austin, onde a Haas receberá bastante apoio dos adeptos americanos que têm apoiado a equipa de Gene Haas desde a sua entrada na F1 em 2016.
E esse apoio virá de uma multidão que irá esgotar as bancadas do COTA, com mais de 100.000 pessoas esperadas no dia da corrida para a primeira visita aos EUA em dois anos.










