A troca de unidade motriz no carro de Fernando Alonso teve apenas em consideração a falta de desempenho e nada a ver com problemas de fiabilidade da unidade da Alpine. Foi essa a justificação para a troca e consequente penalização ao piloto para a grelha da corrida de mais logo.
O diretor executivo da Alpine, Marcin Budkowski, afirmou que um novo motor para no carro do piloto lhe permitirá ser mais agressivo nas seis corridas que faltam para o término da época. “A dada altura, torna-se vantajoso ter outro motor por causa do desempenho e também pela fiabilidade”, explicou Budkowski ao autosport.com. “É um cursor que se move. Se quisermos fazer um motor durar mais tempo, sacrificamos o desempenho ou o contrário. Assim, olhamos para os circuitos que restavam, e este é aquele onde era mais fácil de ultrapassar, e obviamente, dá-lhe os benefícios do seu motor extra para mais corridas”.
A Alpine optou por manter o motor de Esteban Ocon, embora não ponham de lado a hipótese de repetir o cenário com o francês nas próximas corridas. “Nesta fase, não há plano. Mais uma vez iremos avaliar opções em termos de desempenho versus fiabilidade e, se houver uma oportunidade, poderemos introduzir uma. Se não houver, então teremos uma opinião sobre se queremos prosseguir ou não”, respondeu o responsável sobre a possível troca de motor no carro de Ocon.









