A Mercedes voltou a colocar um piloto no pódio no final do GP de Espanha, mas desta vez com uma diferença. George Russell conquistou o pódio com um desempenho muito melhor do Mercedes W13. No entanto, a corrida de Lewis Hamilton foi mais difícil. Depois do toque na volta inicial de Kevin Magnussen, o britânico teve de abdicar do quarto lugar para Carlos Sainz depois da equipa lhe pedir ‘levantar o pé’ e em risco de ter de abandonar nas últimas voltas do GP.
“Infelizmente descobrimos uma fuga de água no carro do Lewis [Hamilton] durante a corrida sem saber se conseguimos terminar. Conseguimos, mas não sabemos se o motor ‘sobreviveu’”, explicou Toto Wolff no final da corrida catalã.
Hamilton tinha admitido à equipa que depois do toque de Magnussen e de ter vindo lentamente para a box regressando à pista na cauda do pelotão, seria melhor desistir para poupar a unidade motriz, mas o responsável da equipa garantiu que isso nunca foi opção. “Nunca foi opção. Mesmo quando estamos longe da frente conseguimos recolher dados, aprender mais sobre o carro e por isso é que não desistimos”
O andamento dos dois Mercedes foi significativamente melhor devido às atualizações, levando Wolff a afirmar que se não fossem os problemas no carro de Hamilton, o piloto podia discutir a vitória.
“Só podemos estar satisfeitos, porque antes estávamos em ‘terra de ninguém’ e agora batemos a Ferrari em pista e o Lewis [Hamilton] tinha ritmo para lutar pela vitória”, concluiu Wolff.











