A Alpine deparou-se com dificuldades em Imola, debatendo-se com falta de ritmo e a estratégia tentada não resultou, mas Bruno Famin acredita ser possível apresentar um desempenho mais forte no próximo Grande Prémio do Mónaco.
O chefe de equipa da Alpine, Bruno Famin, expressou o seu desapontamento após uma corrida difícil no Grande Prémio da Emilia-Romagna. A equipa teve dificuldades com o ritmo do A524 e mesmo tentando uma estratégia alternativa, esta não compensou, ficando Esteban Ocon e Pierre Gasly fora da luta pelos pontos, após o bom trabalho em Miami.
“Foi uma corrida difícil para a equipa hoje em Imola. Faltou-nos ritmo e a estratégia alternativa que tentámos com o Pierre [Gasly] não funcionou, pois não houve incidentes em pista”, declarou Famin. Apesar dos seus esforços, os líderes da corrida rapidamente apanharam os monolugares franceses, fazendo com que o seu desempenho fosse ainda mais prejudicado com as bandeiras azuis.
Famin salientou a importância de se concentrar no desempenho da própria equipa e de analisar os dados da corrida para compreender o défice de ritmo. “Temos de nos concentrar no nosso próprio desempenho e analisar os dados para compreender o nosso défice de ritmo de corrida. Só podemos controlar as áreas que temos nas nossas mãos”.
Apesar dos contratempos em Imola, a Alpine continua otimista relativamente ao próximo Grande Prémio do Mónaco. A equipa tem boas recordações do desempenho do ano passado e está ansiosa por correr no histórico circuito, onde será novamente difícil ultrapassar, sendo preciso um bom ritmo de qualificação. “Na próxima semana regressamos ao lendário Mónaco. É uma corrida com boas recordações para a equipa do ano passado e estamos ansiosos por correr lá novamente com uma atitude resiliente e motivada, com o objetivo de obter um bom resultado”, concluiu Famin.













