Finalmente chegou o dia em que Lewis Hamilton (Mercedes F1 W11) igualou as 91 vitórias de Michael Schumacher na Fórmula 1. O piloto inglês foi inicialmente surpreendido por Valtteri Bottas (Mercedes F1 W11) que fez a pole a liderou a fase inicial da corrida. Mas o finlandês cometeu um erro quando liderava, Hamilton aproveitou e passou e Bottas desistiu poucos depois com problemas de motor. Este é o primeiro abandono de um Mercedes este ano. A partir daí só mesmo o Safety Car a 15 voltas do fim acabou com a margem que Hamilton já tinha construído, mas o inglês não deu hipóteses, venceu e igualou Schumacher.
Max Verstappen (Red Bull RB16/Honda) partiu em terceiro e chegou em segundo em mais uma corrida solitária.
Grande luta de Daniel Ricciardo (Renault R.S.20), que partiu de sexto com Sergio Perez (Racing Point RP20/Mercedes) que arrancou de nono, pelo pódio, com o australiano a assegurar o seu primeiro pódio desde o GP do Mónaco de 2018. Primeiro pódio para a Renault desde a Malásia 2011.
Quinto lugar para Carlos Sainz (McLaren MCL35/Renault), depois duma boa corrida em que partiu de décimo. Sexto lugar para Pierre Gasly (AlphaTauri AT01/Honda) que realizou também uma boa corrida, depois de ter partido de 12. Charles Leclerc (Ferrari SF1000) foi sétimo, não conseguindo replicar a qualificação na corrida.
Hamilton tinha sido batido por Valtteri Bottas no início da corrida, mas passou o finlandês na volta 13 de 60 depois de Bottas ter falhado a primeira curva. Pouco depois, perda de potência no motor obrigou-o a desistir. A partir daí, Hamilton teve então uma corrida relativamente confortável até à sua vitória recorde #91, superando um reinício de Safety Car, que surgiu depois de de Lando Norris da McLaren se ter retirado na Volta 44. Hamilton bateu Max Verstappen por 4s, sendo que no pódio, Mick Schumacher, filho de Michael Schumacher, ofereceu um capacete do pai a Hamilton, deixando-o quase sem palavras.
Não foi só do lado de Hamilton e da Mercedes que houve alegria, já que do lado da Renault, Daniel Ricciardo ofereceu à equipa o primeiro pódio desde o GP da Malásia de 2011 e logicamente, desde que a equipa regresso à F1 em 2016.
Grande corrida de Pierre Gasly, no AlphaTauri, que foi sexto depois de passar Charles Leclerc (Ferrari), peto do fim da corrida. O monegasco conseguiu aguentar um super Nico Hulkenberg, que fez um belo trabalho em pista ao subir de 20º na grelha para o oitavo lugar depois de ter substituído Lance Stroll, que passou o fim de semana com problemas de estômago.
O top 10 ficou completo com os Haas de Romain Grosjean, que foi nono, conquistando os seus primeiros pontos da temporada, enquanto Antonio Giovinazzi (Alfa Romeo), reclamou a última posição pontuável., depois de ‘segurar’ o Ferrari de Sebastian Vettel atrás de si.
Pelo caminho ficaram Bottas, o Red Bull de Alex Albon, o Renault de Esteban Ocon, o McLaren de Norris e o Williams de George Russell, que foi eliminado por Kimi Raikkonen na Curva 1, naquela que foi o 323ª arranque de Grande Prémio por parte de Raikkonen. Quando via rádio, da equipa lhe disseram que “sabemos que não ligas muito, mas bateste um recorde…”. Nem respondeu…












