A Mercedes continua muito inconstante e para já está ainda muito longe de se poder misturar com as duas equipas da frente. São para já, como Toto Wolff já disse a terceira equipa do plantel, quer em números, mas também em performance, mas continuam a ter muitos altos e baixos, e para o comprovar basta olhar para a forma como oscilam os números no Mundial de Construtores: 27, 11, 27, 12, 18, 25, 14…
Por isso, é ainda difícil considerar que a Mercedes esteja na batalha do campeonato, apesar de George Russell estar atualmente em quarto lugar na classificação dos pilotos. Esta posição é cortesia do inglês ter pontuado entre os cinco primeiros em todas as corridas desta época – até no Mónaco teve uma corrida impressionante pois conseguiu passar Lando Norris durante o pit stop no Mónaco – mas só em Espanha é que chegou a parecer uma verdadeira ameaça para a frente.
Barcelona pareceu ser um fim-de-semana de grande importância para a Mercedes, uma vez que foram muito mais competitivos do que em rondas anteriores e pareceram ter um controlo sobre o ‘porpoising’ que os tinham prejudicado tanto até então. Mas o Mónaco foi mais uma vez um passo atrás, com o circuito citadino a não ajudar em nada aos ‘males’ do W13.
Toto Wolff estava otimista, contudo, já esperava que a última corrida fosse complicada.
Os progressos feitos em Espanha não se perderam, mas a Mercedes poderá ter problemas em pistas específicas, pelo que será interessante ver se as características de Baku – ainda um circuito de rua mas muito diferente do Mónaco – os ajudarão ou prejudicarão. Um caso a seguir…











