Lewis Hamilton foi eliminado na Q2, enquanto Charles Leclerc fez a pole. Apesar de Leclerc ter admitido que passar à Q2 e Q3 foi duríssimo, Lewis Hamilton não disfarçou o desalento no final da qualificação para o GP da Hungria.
Lacónico no seu comentário, usou palavras fortes na análise à sua prestação:
“Sou sempre eu. Sou inútil, absolutamente inútil. A equipa não tem nenhum problema. Viste que o carro está na pole position. Por isso, precisamos provavelmente de mudar de piloto.”












O que são 13 milésimos de segundo? Menos que um piscar de olhos. Ficou 12 milésimos atrás do 10º, não precisa de dramatizar. Provavelmente, se tivesse chegado à Q3, teria terminado perto do Leclerc. Além disso, só cabem 10 na Q3, alguém tem de ficar de fora. As equipas estão muito próximas, não há lugares cativos.
Estas declarações seriam válidas nos anos 90, por exemplo, em que cada piloto tinha 12 voltas para fazer durante uma hora.
Desculpe, mas em que resultados se baseia para dizer, que se ele tivesse passado a Q# tinha ficado a frente do Leclerc?? Está a ironizar certo??
O Leclerc disse que nem ele entendeu…
Oh crosa, o seu comentário é resposta ao meu? Se é, aconselho-o a voltar a lê-lo.
Pity a questão creio eu é que muitos e inclusive ele acharam que seria chegar ver e vencer. Aliás alguns por aqui e noutros locais diziam que ele ia “cilindrar” o Leclerc. E o ano passado quantos não criticavam o Perez e que não tem o palmares do Hamilton. Eu nunca achei que ele fosse o melhor de sempre como muitos defendem também não digo que é mau teve a sorte de dm determinada altura estar na equipa certa e hoje o maior problema creio ser mesmo a falta de motivação.
Luís Filipe, quem dizia que ele ia cilindrar, percebe pouco de F1. Eu sou fã do Hamilton, mas isso não me impede de ser racional. O Hamilton já não está no seu auge, continua a ser muito bom piloto mas, pelo menos em qualificação, já não é o que era. Além disso, foram 18 anos em equipas inglesas (a Mercedes é mais inglesa do que alemã) e motores Mercedes. A mudança para a Ferrari foi um choque cultural a todos os níveis. Para complicar ainda mais, apanhou um carro difícil. Há quem diga que ele não se adaptou ao efeito… Ler mais »
É altura de o dizer. A alucinação HAM chegou ao fim, ou tem que acabar aqui. A Ferrari com o defenestrado Sainz não tinha estes problemas, na pista, e fora da pista, e o que é incrível é que tudo isto era previsível. Mas claro, a Ferrari, à cabeça o muito asno Elkann, é livre de fazer o que entender, até dar crédito aos (pseudo) conselhos e dossiers téncicos que este piloto arrogantemente anunciou aos microfones dos media que ia entregar em Maranello, e até perder o Leclerc. Aquele record de anos sem o título desde o Scheckter ainda está… Ler mais »
os adeptos de F1, podiam ser um bocadinho menos futeboleiros, mas não era a mesma “coisa”.
Os adeptos de F1 podiam aprender que não se colocam vírgulas entre o sujeito e o predicado (se é que os «gajos dos carros» sabem o que é isso de «sujeito» e «predicado». Este desempenho do Lewis Hamilton era mais ou menos previsível. Por um lado, como muito bem observa a Pity, a idade já se reflecte no desempenho. Por outro, ele estava habituado a algo que não tem que ver necessariamente com a nacionalidade, mas com abordagens muito diferentes da F1. Mudou de equipas em que o piloto era ouvido e participava no setup dos carros para outra em… Ler mais »
Sr Danny Ric, quem quer dar aulas de vírgulas, não pode ter 39 palavras seguidas sem as necessárias e referidas vírgulas…