É uma novidade que poderá trazer ainda mais animação ao primeiro GP do ano. Foi introduzida uma nova zona DRS no circuito de Melbourne, ficando assim com 3 zonas onde os pilotos podem abrir a asa traseira, diminuindo o arrasto que esta produz e permitindo que os carros possam atingir velocidades superiores.
Assim a primeira zona DRS será depois do complexo das curvas 11 e 12, numa das zonas mais rápidas do circuito, depois daquilo que se pode considerar a “recta” oposta à recta da meta. A segunda zona de detecção de DRS servirá a zona DRS 2, na recta da meta e a zona DRS 3 a seguir à curva 2 até à curva número 3.
Melbourne é tradicionalmente um traçado com poucas ultrapassagens e com esta medida espera-se que tal mude. O número de manobras, no geral, diminuiu no ano passado, com a introdução dos carros com mais apoio aerodinâmico e se a solução funcionar, não seria de admirar que tal voltasse a acontecer noutros traçados.
O DRS é uma ferramenta que não a agrada a maioria dos fãs e pilotos, que consideram ser um artifício apenas para o espectáculo e que não valoriza as ultrapassagens. Mas com este conjunto de regulamentos até 2020, se a F1 quiser dar mais espectáculo em pista, terá de continuar a recorrer ao DRS enquanto outras soluções são pensadas para o futuro.













