Na sequência da necessidade de substituir Carlos Sainz para o derradeiro treino livre, qualificação e corrida, com o espanhol a ter que ser operado a uma apendicite, Oliver Bearman teve um bom desempenho na corrida, cumprindo à risca tudo o que a equipa lhe pediu. Partindo de 11º, cedo atacou e passou o RB de Yuki Tsunoda, depois do Safety Car, passando pouco depois Zhou Guanyu (Kick Sauber) e depois passou o Haas de Nico Hulkenberg. Depois sem ninguém à frente andou em bom ritmo e no final aguentou Lando Norris e Lewis Hamilton atrás de si: “Estou um pouco cansado, provavelmente podem ver que não estou no meu melhor! Foi incrível, não consigo acreditar como consegui ser tão rápido.
E no final, aqueles dois tipos (Norris e Hamilton) com pneus macios, a contagem decrescente parecia estar a ir mais devagar do que o normal. Senti que tinha um pouco na mão para lidar com a situação, fiz a minha volta mais rápida na última volta, queria forçar e ver o que conseguia fazer”, disse Oliver Bearman, que só tem de estar orgulhoso pelo que fez. Fez o suficiente para ficarem de olho nele para os próximos tempos. Se a Ferrari não o aproveitar a médio prazo.











excelente , vamos ver o que o futuro lhe reserva… afinal o tal Kimi do Totó não é o único predestinado…..
Este ano há vários pilotos muito bons na F2, o problema é que nem todas as equipas estão ao nível dos seus pilotos.
Belo resultado do Bearman, que só vem dar força ao que eu digo há muito: é preciso dar lugar aos novos! Jovens pilotos com qualidade, vindos da F2, podem com um bocadinho de apoio bater pilotos experientes, pois têm rapidez e sangue na guelra. Como bem o demonstram quase todas as ‘aquisições’ vindas da F2. Norris, Russell, Albon, agora Bearman, mesmo Zhou, mal chegam, mostram que com um hipótese são capazes. As equipas de F1 têm de arriscar mais. Tehno muita pena que pilotos como Shwarzman, Drugovich, Pourchaire, Doohan, Iwasa… possam nunca chegar a ter uma oportunidade, quando o valor… Ler mais »
Da sua lista de promessas, só tirava o Doohan, não gostei dele.
Quanto às carreiras longas demais, totalmente de acordo, mesmo que os “velhotes” ainda estejam lá para as curvas.
Posso ter incluído algumas promessas indevidas e excluído algumas que devia ter incluído, foram mais a título de exemplo. Pessoalmente gostei muito do Doohan no 1.º ano, depois nem tanto.
Simplesmente não é possível acomodar todas as promessas que seriam facilmente campeões mundiais.
Demasiados pilotos para tão poucos assentos/volantes.
Essa diferença é ainda mais substancial se pensarmos no desequilíbrio existente, entre equipas. Desses 20 lugares, só dois ou três vão efetivamente conseguir ser campeões mundiais, pois só 2/10 das equipas dão condições para os seus pilotos para tal. Os restantes são para fazer número
Claro que não é possível acomodar todos, mas devia ser possível 2 ou 3 por ano, o que daria carreiras na F1 média de 8/9 anos. Chega e sobra!
Fantástico, acho que a SF contratou o inglês errado…
Atendendo ao carro/equipa e ao facto de atualmente pegar e usar um F1 ser bem mais dócil do que era noutras épocas, o resultado deste piloto pode ser considerado positivo. Mas ver uma excecional performance é um exagero de todo tamanho. Se conseguir um lugar efetivo entre os 20 do próximo ano, já será uma grande coisa. Existem bons valores nas formulas menores, o problema é que esta F1, fala em diversidade,, bla, bla, mas fecha as portas a sete chaves, a abrir os lugares a novos. Pois é.