Sergio Perez terminou em segundo uma corrida para que arrancou em segundo, terminando atrás do seu colega de equipa, que partiu de 14º e chegou 17.841s à sua frente. É verdade que Max Verstappen esteve num nível à parte, mas como se explica esta diferença? Será por causa das atualizações dos últimos meses; talvez o carro menos ao seu gosto; menos adequado ao seu estilo de pilotagem: “o carro tornou-se mais rápido desde o início da época e eu não estou tão confortável com o carro como estava no início da época.
Portanto, é algo em que preciso de trabalhar, do meu lado, para ter a certeza de que conseguimos tirar o máximo proveito do carro.
Porque por vezes… as coisas tornam-se mais naturais para se poder tirar o máximo proveito do carro. E às vezes é preciso trabalhar muito e ir muito fundo na análise, para ter a certeza de ser capaz de extrair o máximo.
Portanto, parece que neste momento estamos naquela janela. E espero realmente que a partir deste fim-de-semana, passemos a ter os carros um pouco diferentes, para que possamos detetar algumas diferenças que possam trazer algum desempenho para o meu lado”, disse Pérez, deixando no ar que o carro está bom para Verstappen e não tão bom para si. Ou será que um, simplesmente, guia bem melhor do que o outro?










