Os ‘mind games’ entraram em forço no arranque da segunda metade da época, com Lewis Hamilton, depois de questionado sobre o futuro de Sebastian Vettel na F1 a dizer que “É pouco provável que o Vettel venha para a Mercedes, acho que ele não quer ser meu companheiro de equipa. Eu estou sempre disposto a correr contra os melhores pilotos”, disse, mas a ‘plateia’ apertou com o inglês, questionando-o do porquê achar isso: “Eu sei que ele não quer ser meu companheiro de equipa pois ele não estaria na posição em que está agora, no seio da sua equipa, se estivesse aqui” disse Hamilton, ‘atirando-se’ ao facto de ser agora claro que Kimi Raikkonen está ali para ajudar Vettel o que ele não tem, pelo menos de forma tão evidente ou para já, na sua equipa. Este pode ser um ponto importante na luta pelo título, pois para já Bottas ainda luta por alguma coisa em termos pontuais, o que já não sucede com Raikkonen e as ‘ajudas’ dos respetivos companheiros de equipa podem ser importantes.









Onde é que se ouvem destas coisas?… Nos WC depois duma feijoada
Este está a copiar a cartilha do Alonso, mas engana-se se pensa que estes joguinhos dão resultado com um piloto que é mentalmente mais forte que ele. Se resultassem, o Vettel não teria sido campeão em 2010 e 2012.
O Vettel é tão forte mentalmente que assim que fica irritado atira o monolugar para cima de outros. Ou berra pela rádio se os dobrados não saem logo da frente. Ou se uma decisão da FIA não lhe agrada, diz a um certo senhor para ir-se catar. Ou se algum piloto não cede a posição numa luta em pista, em seguida está a queixar-se na rádio que é muito perigoso. Ou quando se assustou com o Kvyat, logo disse que a culpa era toda do russo, quando foi ele que apanhou um susto de tal maneira que até foi contra… Ler mais »
Pronto, agora que desabafou já se sente melhor?
Ser fraco psicologicamente e ferver em pouca água são coisas completamente diferentes.
eheheheheh, excelente comentário