Lewis Hamilton – tal como George Russell, começaram o ano bem mais confiantes na traseira do Mercedes W15, o que é meio caminho andado para fazer melhor, pois a confiança ‘vale muito’ na F1, mas depois de um mau desempenho na qualificação, e uma afinação de monolugar que se afigura mais lenta que a de Russell, na corrida as preocupações com o arrefecimento do motor chegaram cedo e a corrida foi mais de sobrevivência do que outra coisa qualquer o que tornou o progresso pouco provável: “Foi uma corrida difícil. Com certeza há alguma deceção dentro da equipa, pois esperávamos que fosse uma noite melhor. Estávamos próximos de vários outros carros mas a degradação foi alta. Os problemas que enfrentamos obviamente custaram-nos algum ritmo, o que foi frustrante.
Definitivamente, não foi o ideal. Pensávamos que íamos estar mais perto, mas é óbvio que não, por isso, estar mais ou menos na mesma, se não… na verdade, não me lembro onde terminámos no ano passado, acho que foi em quarto e quinto. No final das contas, se eu tivesse me qualificado melhor, naturalmente teria ficado alguns lugares mais à frente, já que o meu último stint foi bom, mas esta corrida foi sobre descobertas e descobrimos muito sobre o carro. Há muitas áreas em que podemos melhorar e tenho certeza que o faremos como equipa”, disse Lewis Hamilton que terminou a corrida em sétimo.










