Max Verstappen somou o seu quarto abandono consecutivo ao desistir no Azerbaijão, e confessou que lhe custou ver o seu companheiro de equipa vencer. Em Baku o motor Renault voltou a trair o jovem piloto holandês da Red Bull, para quem o mais penoso foi assistir ao triunfo de Daniel Riccairdo.
Numa entrevista no seu próprio site, Verstappen foi incrivelmente honesto: “Foi doloroso de ver, vendo da posição em que ele partiu, podemos imaginar o que poderia ter sido. O jovem piloto holandês explicou também porque não quis falar à imprensa quando desistiu. “Senti que não devia fazer naquele momento. Fiquei mais meia hora no circuito a falar com os meus engenheiros sobre o que achava da corrida no que toca ao carro e ao comportamento. Depois fui embora”, explicou.
Relativamente às causas do abandono, Max Verstappen diz que a equipa está analisar o que se passou, sendo que para o próximo grande prémio será montado um novo no Red Bull # 33, sendo que quando cedeu o motor o holandês estava numa dura batalha com Sergio Perez pelo terceiro lugar. E isso fez com que na altura não pensasse que lhe podia acontecer outra vez a mesma coisa… até suceder de novo. “Estou extremamente desiludido, e mais ainda quando se está numa boa posição e volta-se a ficar para trás. No sábado já tínhamos problemas todos os pilotos que tinham motores Renault, e o único que acaba por partir foi o meu. É uma pena e também muito esquisito, mas foi o que foi”, desabafou ainda Verstappen.










Humildade, é mesmo o que te falta, mas também ainda estás a crescer.
Coitadinho…
Pois… foi sincero, mas teria sido mais bonito dizer que ficou desiludido com o abandono, pois seria óptimo, ou maravilhoso, terem terminado ambos nos dois primeiros lugares. Dito como foi, parece que ficou com inveja do colega. Espero que, com o tempo, ele “vá lá”.