Sergio Pérez é neste momento um dos pilotos mais moralizados do pelotão da Fórmula 1, talvez seja mesmo o mais entusiasmado. Assinou a renovação pela Red Bull por duas épocas e logo a seguir – a seguirmos a ordem cronológica revelada por Helmut Marko – venceu o terceiro Grande Prémio da carreira nas ruas monegascas.
O chefe de equipa da Red Bull, Christian Horner, afirmou recentemente que a equipa não tem um favorito a vencer o campeonato do mundo de pilotos, levando a crer que Pérez não tem um papel secundário na equipa em relação ao seu companheiro de equipa. É difícil acreditar que a filosofia em Milton Keynes tenha mudado com a vitória do mexicano no Mónaco e a sua boa prestação em Espanha. Vamos ver por qual estratégia se regem os responsáveis da Red Bull.
Num momento tão em alta da sua longa carreira, Pérez regressa ao circuito onde venceu pela primeira vez com a sua atual equipa. Baku foi o momento alto do piloto no ano passado, numa altura em que, ao contrário do que se passa agora, estava com algumas dificuldades com o monolugar da nova equipa. Terá o piloto mexicano a capacidade de repetir o feito do Mónaco e do ano passado na mesma pista?
A Red Bull ainda vai aferir o comportamento do DRS na longa reta de Baku e sendo um problema que apenas afetou o carro de Verstappen, no caso de se revelar de novo alguma fragilidade do componente, Pérez pode tirar dividendos, mas com a luta tão acesa com a Ferrari e com Charles Leclerc, a estratégia da equipa deverá pender a favor do neerlandês se este não tiver nenhum problema na corrida.












