Táticas de equipa dentro da Ferrari têm sido muito frequentes, mas, na Áustria, tal não aconteceu, com Kimi Raikkonen a terminar em segundo, uma posição à frente de Sebastian Vettel. Com este desfecho, o alemão assumiu a liderança do campeonato, ficando um ponto à frente de Lewis Hamilton, que desistiu, recorde-se. Toto Wolff, líder da Mercedes, diz que a troca de posições teria sido “brutal”.
“Nós não teríamos dado ordens de troca e não estou surpreendido que eles não tenham feito. Acredito que, em prol do desporto, dos adeptos e dos pilotos, nesta altura da temporada, no início de julho, trocar de posição de pilotos é uma decisão brutal”, comentou Wolff.












