GP Austrália F1: Protesto da Haas rejeitado
O Colégio de Comissários Desportivos da FIA para o GP da Austrália não acedeu ao protesto submetido pela Haas sobre a classificação provisória e decidiu que o diretor de corrida atuou conforme as regras na ordem dos pilotos definida para a última volta que ocorreu atrás do Safety Car.
No documento da decisão acerca do protesto apresentado antes pela equipa norte-americana pode ler-se que a “Haas sugeriu que as posições relativas dos monolugares poderiam ser estabelecidas como estavam na passagem da linha SC2 [Safety Car 2]”. A equipa explicou ainda que “se essa linha fosse utilizada, então a posição na grelha de partida do seu carro teria sido diferente”. Ao invés, a direção de corrida “determinou que o último ponto em que foi possível determinar a posição de todos os carros foi quando a última grelha foi formada [depois do acidente de Kevin Magnussen]”. O CCD convocou “o diretor da corrida para prestar mais esclarecimentos e disse que, na altura disponível para a continuação da corrida, o ponto mais fiável foi a última grelha, tendo em conta os dados de que dispunha na altura; as posições relativas dos carros e os incidentes em pista”.
Sabe-se ainda que a Haas, reconheceu “que os dados de GPS que mostravam as posições relativas dos carros não eram fiáveis para efeitos de estabelecer a ordem” e “afirmaram que, em vez da última grelha, deveriam ter sido utilizados os dados de cronometragem para estabelecer a ordem dos carros”. No entanto, os Comissário consideraram que a “determinação precisava de ser feita no contexto de corrida cronometrada e, portanto, a decisão do Race Control e do director da corrida precisava de ser tomada rapidamente; com o exercício da discrição apropriada e utilizando a informação mais apropriada disponível na altura”. Assim sendo, decidiram que o procedimento do diretor de corrida foi “feito de forma apropriada”, rejeitando o protesto da equipa e passando a classificação provisória a ser oficial.
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