A Renault decidiu arriscar, neste fim de semana final de temporada. A equipa francesa precisa de recuperar quatro pontos à Toro Rosso e só tem dois de vantagem sobre a Haas, como tal, a Renault decidiu arriscar na configuração do motor, ao contrário do que fez no Brasil.
“Fizemos o que queremos fazer. Começámos mal, mas melhorámos. Sexto soa melhor que sétimo, mas não vai mudar as nossas vidas, a partir do momento que não és primeiro mais nada importa. O próximo ano será melhor, o inverno não são quatro meses, começamos a trabalhar há muito tempo, muitas mudanças já aconteceram na equipa”, comentou Nico Hulkenberg.











Se vão voltar à configuração do México vai ser uma festa…a ver vamos qual dos 6 fica isento de problemas.
Ou então arriscam dando os motores “estragados” à Toro.
A configuração do México pode não ser má ideia, afinal há 2000 metros de diferença em altitude, e isso pode fazer a diferença entre um falhanço (será que foi? Qual foi o motor que venceu no México?) e um excelente resultado já que o que falhou foi a fiabilidade, e a altitude pode comprometer precisamente esse pequeno detalhe. Quanto ao caso da Toro Rosso, poderia concordar consigo se fosse dado a teorias da conspiração, mas só faço isso quando é para “picar” as hostes. Acredito que as modificações que a Toro Roso fez alegadamente para melhorar a refrigeração, afinal não… Ler mais »