Lucas di Grassi defendeu a ‘sua’ competição, depois das declarações de Helmut Marko, da Red Bull, que diziam que a competição tinha carros da “Fórmula 3 com uma bateria de 400 kg”.
“A Audi ganha muito mais aqui do que na Fórmula 1. Como todos os carros futuros da Audi serão elétricos, precisamos de perceber quais são os fatores limitantes, quais são os materiais adequados e como desenvolver um software para o controlo do motor. Todo este desenvolvimento do carro elétrico será usado no futuro. O carro a combustão já sabes como se faz, o interessante é descobrir como fazer os carros elétricos serem mais rápidos, mais eficientes e mais baratos. Isto é o que fazemos aqui. Não só a Audi, mas todas as equipas. Portanto, é muito mais um desenvolvimento comercial do que a Fórmula 1. O Dr. Marko disse que ele é um ‘purista das corridas’. Isto para mim é um argumento falso, porque isto depende muito do que isto significa para cada um. O que é ser assim, defender corridas a cavalo em vez de com carros? Se ele fosse realmente um purista das corridas, ia defender corridas de cavalos. Ou então só ter corridas com carros a combustão, sem sistema híbrido – como há na F1 hoje. Ou carros só com caixa de velocidades em H, sem sequencial – como há na F1 hoje. É um argumento algo.… Isto é mais a opinião pessoal dele: ‘olha, não quero correr na Fórmula E, já estou velho demais para isso e quero continuar a fazer corridas a combustão na F1’. A F1 ainda é a categoria mais importante do automobilismo mundial, ninguém pode negar. Mas o futuro para as construtores é elétrico”, disse o piloto brasileiro.









