Desde 1984 que os Estados Unidos da América não recebiam mais do que uma corrida de Fórmula 1. Para o ano serão 3 provas naquele país, num momento em que o interesse dos fãs norte-americanos continua a crescer, abrindo portas a um mercado que esteve muito tempo fechado ao Grande Circo.
O interesse crescente pela Fórmula 1 é generalizado, não circunscrito aos EUA e por isso, Toto Wolff, CEO da Mercedes, gostaría que também a China pudesse receber 3 provas num futuro próximo.
“Já estivemos em Xangai antes e não pudemos lá estar nos últimos dois anos, mas este é um mercado importante para nós”, disse Wolff numa entrevista à publicação Xinhua. “Eu gostaria não só de correr em Xangai, mas também de correr em Pequim. É um mercado fantástico para nós, como Mercedes, e creio que deveríamos estar ali presente com uma forte pegada. Temos agora três corridas nos EUA – Las Vegas, Miami e Austin – e se pudermos fazer o mesmo na China, isso seria ótimo”.
Talvez Stefano Domenicali tenha razão e o calendário da Fórmula 1 tenha que ser alargado para 30 corridas por ano.










